Associação avalia que a imposição por lei interfere na liberdade de gestão dos negócios
A Abrasel considera acertado o veto do governador Tarcísio de Freitas ao projeto que obrigava bares e restaurantes do estado de São Paulo a oferecerem cardápio impresso. Para a entidade, determinar por lei como empresas privadas devem estruturar e oferecer seus serviços representa uma intervenção indevida na gestão do negócio, especialmente em um contexto em que o consumo e a prestação de serviços se digitalizaram em diversos setores.
Ao mesmo tempo, a Abrasel reforça que a decisão sobre o formato do cardápio deve levar em conta, acima de tudo, a preferência do cliente. A Associação alerta que uma parcela expressiva dos consumidores ainda faz questão do cardápio físico, o que torna a oferta da versão impressa uma escolha estratégica para a operação.
“O governador Tarcísio acerta e muito, a nosso ver, ao vetar a lei que obrigava cardápios impressos. Intervenção em empresa privada, de como ela forma o seu serviço e como ela o oferta, nunca é bem-vindo.”, afirma Paulo Solmucci, presidente-executivo da Abrasel.
“Mas a nossa recomendação aos bares e restaurantes é que, sempre que possível, ofereçam também cardápios impressos. Há uma maioria do consumidor que deseja e faz questão. Atender esse desejo é uma questão de inteligência de gestão, independente de lei”, finaliza.
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