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Estudo realizado pela Baum + Whiteman apontou que as "carnes" veganas, os drinques não alcoólicos e cozinhas-fantasma vão bombar este ano


As tendências gastronômicas para 2020 têm algo em comum: não são o que parecem. De acordo com relatório publicado pela consultoria gastronômica Baum + Whiteman, o ano novo vai trazer algumas modas que podem enganar o olhar e, em alguns casos, o paladar.

O relatório fala, inicialmente, nas “carnes” vegetais, ou seja, proteínas produzidas pela indústria contendo apenas ingredientes de origem vegetal, como é o caso do Futuro Burger. “Os consumidores americanos estão em uma busca por comida falsa porque foram convencidos de que alimentos de verdade não são nem sustentáveis, nem politicamente corretos… mesmo os feitos pela própria Mãe Natureza. Estão procurando, avidamente, as manufaturas de alimentos. Você vai ver isso principalmente em supermercados e em lojas especializadas de comida, e nem tanto em restaurantes, exceto pelos hambúrgueres vegetais”, descreve o documento.

Segundo a empresa, a moda não vai falar somente sobre carne, mas diversos outros preparos, como queijo, leite, manteiga e ovos. A febre está chegando rapidamente às franquias de fast food americanas: o relatório citou lanches criados pelo Burger King, Carl’s Jr, Denny’s, McDonald’s, Wendy’s e KFC. O relatório ainda prevê híbridos, como salsichas que misturam carne moída com vegetais, voltadas para o público que se preocupa com o meio ambiente, mas não abre mão da proteína animal.

Drinques de mentirinha

A Baum + Whiteman prevê também que os millenials vão ditar mais uma regra e tem a ver com a coquetelaria. Na onda de reduzir o consumo de bebida, a turma vem preferindo coquetéis não alcoólicos. Nos EUA, já é comum encontrar garrafas e latas que imitam os sabores de rum, uísque e vinho. A empresa, no entanto, não vê muito futuro na tendência: segundo o texto, essa moda pode durar tanto quanto a de vodca com suco de limão engarrafado.

Fonte: Metrópoles

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