sp.abra
Associação Brasileira de Bares e Restaurantes
Seccionais e Regionais
  • Abrasel
  • Notícias
  • Agenda
  • Associe-se
  • Fale Conosco
  • Newsletter
  • Regga
  • Parceiros
  • Sabores Abrasel

  • Home
  • Conexão Abrasel
  • Abrasel
  • Notícias
  • Agenda
  • Associe-se
  • Fale Conosco
  • Newsletter
  • Regga
  • Parceiros
  • Sabores Abrasel
  • Fale Conosco
  • Revista B&R
Seccionais e Regionais

Norte

  • Seccional Acre
  • Seccional Amapá
  • Seccional Amazonas
  • Seccional Pará
  • Seccional Rondônia
  • Seccional Roraima
  • Seccional Tocantins

Nordeste

  • Regional Agreste da Paraíba
  • Seccional Alagoas
  • Seccional Bahia
  • Seccional Ceará
  • Regional Costa do Descobrimento na Bahia
  • Seccional Maranhão
  • Regional Oeste Potiguar
  • Seccional Pernambuco
  • Seccional na Paraíba
  • Seccional Piauí
  • Regional Litoral Sul Potiguar do Rio Grande do Norte (Pipa)
  • Seccional Rio Grande do Norte
  • Seccional Sergipe

Centro-Oeste

  • Regional Serra da Bodoquena/MS
  • Regional Costa Leste
  • Seccional Distrito Federal
  • Seccional Goiás
  • Seccional Mato Grosso do Sul
  • Seccional Mato Grosso

Sudeste

  • Abrasel Regional Leste Fluminense RJ
  • Regional Alta Mogiana (Ribeirão Preto SP e Região)
  • Regional Campo das Vertentes
  • Regional Jequitinhonha MG
  • Regional no Norte de Minas Gerais
  • Regional da Região Metropolitana de Campinas
  • Regional Serras de Minas
  • Regional do Sul Fluminense RJ
  • Regional Sul de Minas
  • Regional Triângulo Mineiro
  • Regional União do Oeste
  • Regional Vale do Aço
  • Vale do Rio Doce
  • Regional Zona da Mata
  • Seccional Espírito Santo
  • Seccional Minas Gerais
  • Seccional Rio de Janeiro
  • Seccional São Paulo

Sul

  • Regional Campos Gerais
  • Regional Centro Sul do Paraná
  • Regional Hortênsias
  • Regional Norte do Paraná
  • Regional Noroeste do Paraná
  • Regional Oeste do Paraná
  • Seccional Paraná
  • Seccional Rio Grande do Sul
  • Seccional Santa Catarina

Mandiopan, o primeiro salgadinho do Brasil, volta a pipocar em bares e restaurantes

  • PUBLICADO EM: 02/03/2020
  • Tempo estimado de leitura: minuto(s).

Crocante e aerado, é servido sozinho, como aperitivo, ou como base para bocados; receita ganha variações nas mãos de chefs



Crocante, aerado, viciante… Se abocanhar o primeiro, já era: comem-se dois, três, quatro – e só para quando se avista o fim do pacote. Batizado de pororoca por seu criador, um cidadão limeirense, em 1930, em razão das semelhanças com a pururuca (essa feita com courinho de porco), foi rebatizado pela indústria na década de 1950 e virou mandiopan, o primeiro salgadinho fabricado no Brasil.

Se você nunca ouviu falar no dito-cujo, provavelmente nasceu depois da década de 1980, quando o petisco sumiu das prateleiras e quase entrou em extinção – não à toa, ele faz parte da Arca do Gosto, catálogo do movimento Slow Food que visa identificar, mapear e registrar ingredientes e receitas em risco de extinção.

A boa notícia

Ao menos para quem viveu a época de ouro do mandiopan – é que o salgadinho, feito originalmente de polvilho azedo e fubá, voltou a pipocar por aí. É oferecido como petisco em bares como o SubAstor, o Ambar (e cai muito bem com o chope artesanal da casa) e o Mica, que trabalha com uma versão asiática do belisco, prawn crackers, com camarão moído na massa. Ela é comprada semipronta na Liberdade e frita na hora do pedido.

Mas, para além da mesa do bar, o belisco também foi parar nas cozinhas de alta gastronomia. Por sua textura de nuvem crocante, que estala e derrete na boca, o mandiopan caiu na rede de chefs, que passaram a usá-lo como base para bocados. Não bastasse, surgiram também variações da receita, feitas com farinha de milho, arroz, sagu, tapioca… O modo de preparo é parecido: a farinha (ou grão ou goma) é cozida com água ou caldo e batida, se necessário. A massa é, então, posta para secar e, depois, frita em imersão.

Mandiopan, milhopan e outros "pans"

No carioca Olympe, o chef Thomas Troisgros dá seu toque à receita original do salgadinho ao acrescentar cor e sabor à massa crocante de polvilho. “O mandiopan é um curinga quando quero acrescentar crocância ao prato”, conta. Pois o chef já usou caldos de bacalhau e de cogumelos para incrementar a massa, além de suco de beterraba (imagine a cor púrpura) e de purê de azeitonas pretas, para tonalizar e, ainda, acentuar o sabor. Hoje em cartaz no restaurante, há também um mandiopan clássico salpicado com pó picante de kimchi (conserva coreana).

O chef Thiago Cerqueira, que deixou recentemente a cozinha do Loup e, hoje, presta consultoria ao restaurante, aposta no milhopan (feito só com farinha de milho) para servir de base para o tartare de camarão apimentado com vinagrete de manga. Para preparar crocantes, o chef já usou também mochigome (arroz glutinoso), arroz negro e quirera – esse último, com resultado mais granulado.

Nas mãos de Fabrício Lemos, do Origem, restaurante soteropolitano, o milhopan fica preto por conta da tinta de lula misturada à massa antes da desidratação. Sobre ele, o chef acomoda cubinhos de coração bovino curado no sol, aïoli defumado e picles de cebola roxa e de mostarda.

A versão do chef Luiz Filipe Souza, do paulistano Evvai, é de uma delicadeza só. Fininho e translúcido, é feito de arroz branco e tem sabor neutro. Os grãos são cozidos em água e batidos. A massa, com textura de mingau, é espalhada em superfície até atingir uma espessura de, no máximo, dois milímetros e levada para desidratar no forno combinado. Depois de frita, ela infla como uma nuvem e vira base do snack de polvo, salame fresco da Serra da Bocaina e ricota de búfala (R$ 45, cinco unidades). Já no Pipo, a pororoca de arroz, feita à semelhança, é servida em disco inteiriço para o cliente quebrar com as mãos e levar à boca. Em cima do crocante, são acomodados montinhos de peixe defumado no mate com limão, creme de abacate e brotos de coentro.

Se no paulistano Pipo o chef Felipe Bronze investe nessa versão delicadíssima de crocante, em seu Oro, no Rio de Janeiro, brilha uma versão mais rústica de pururuca. Ela é feita com sagu cozido em suco de abóbora, que é desidratado sem bater para preservar as bolinhas derivadas do amido de mandioca. As plaquinhas fritas de sagu, bem coradas graças ao fruto, recebem lagostim levemente defumado, gel de abóbora e Catupiry também defumado. A inspiração, conta o chef, vem do camarão na moranga.

No Ori, segunda casa do chef Fabrício Lemos, o torresmo de camarão, como foi batizado, é, na verdade, um “mandiopan de sagu”, que é cozido em caldo do mesmo crustáceo. Sobre ele, camarão, vinagrete de manga e aïoli complementam o bocado.

Já Fabio Vieira, do Micaela, prepara o seu torresmo de camarão com tapioca (e não sagu) cozida no caldo do fruto do mar e frita em azeite de dendê. Ele é servido em porção, para comer como belisco. “Um crocante fácil e bem aerado”, diz o chef.

Fonte: O Estado de S.Paulo

Notícias Relacionadas

Lançamento do Festival Brasil Sabor 2026 reúne empresários, gastronomia e inovação em São Paulo

Abrasel promove webinar estratégico sobre a TPU e o impacto no setor de gastronomia em SP

Mohamad Hindi é confirmado na Anuga Select Brazil 2026

Abrasel na Anuga Select Brazil 2026

Comentários

Últimas Notícias

Lançamento do Festival Brasil Sabor 2026 reúne empresários, gastronomia e inovação em São Paulo

Abrasel promove webinar estratégico sobre a TPU e o impacto no setor de gastronomia em SP

Mohamad Hindi é confirmado na Anuga Select Brazil 2026

Abrasel na Anuga Select Brazil 2026

Confira a Programação Cozinha Show da Abrasel na Anuga Select 2026

Abrasel lança cartilha com estratégias para restaurantes aproveitarem a Páscoa

ABRASEL - Associação Brasileira de Bares e Restaurantes é uma organização de cunho associativo empresarial que tem como missão representar e desenvolver o setor de alimentação do fora do lar, construindo um Brasil mais simples e seguro de se empreender e melhor para se viver.

MENU

  • Abrasel
  • Notícias
  • Agenda
  • Associe-se
  • Fale Conosco
  • Newsletter
  • Regga
  • Parceiros
  • Sabores Abrasel
  • Política de Privacidade

Endereço

Rua Martiniano de Carvalho, 181 - Bela Vista
São Paulo/SP
CEP: 01321-001


Contato

Telefone 1:(11) 3783-8612
Telefone 2: (11) 3663-6391 
WhatsApp: (11) 94218 - 6857
Email: abraselsp@abrasel.com.br
Site: www.sp.abrasel.com.br

Assessoria de Imprensa
Abrasel em São Paulo
Roberta Coelho: (11) 99870-5805

Email: imprensa@abraselsp.com.br

Associe-se
Copyright © - Abrasel - Todos os direitos reservados