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Ganhou forma em janeiro de 2021 uma das mais emblemáticas ações da Abrasel, a associação que além de representar e desenvolver o setor de bares e restaurantes, luta também por um ambiente favorável aos negócios no País, onde empreender seja mais simples e que todos tenham uma qualidade de vida melhor. Trata-se do Brasil Novo, um pacto nacional com o objetivo de construir uma nação mais diversa, inclusiva, produtiva e democrática.

A ideia tornou-se prática desde quando o pre- sidente do Conselho de Administração da entidade, Paulo Nonaka, assim que reeleito para seu segundo mandato (2021-2023), decidiu que iria viajar por todo o país em busca de diálogos com agentes locais. O plano é ousado: os encontros reúnem desde im- portantes líderes políticos até pequenos empresários que lutam por melhorias em suas comunidades.

O primeiro capítulo dessa jornada aconteceu no Rio Grande do Norte, estado com o quinto maior PIB (Produto Interno Bruto) da região nordeste e o 18º maior do Brasil, responsável por 0,954% do PIB nacional. Com aproximadamente quatrocentos qui- lômetros de litoral, a economia do estado tem como destaque o setor de comércio e serviços e mesmo com o segundo maior IDH do Nordeste (0,731 na medi- da comparativa de riqueza, alfabetização, educação, esperança de vida, natalidade e outros fatores) enfrenta problemas que afligem as grandes metrópoles brasileiras, como aumento da violência, mobilidade urbana escassa e falta de saneamento básico.

Por lá, destaques para as conversas com o mi- nistro Rogério Marinho e o vice-governador do RN, Antenor Roberto, além de relevantes empreendedores, ativistas sociais, e agentes sociais da região. “Nossa ideia de Brasil Novo é que todos os cidadãos tenham igual direito às cidades e vilas plenamente urbanizadas. Que a educação e o empreendedorismo estejam no centro da erradicação da pobreza e na ascensão de uma nova classe média”, diz Nonaka.

Na visão do presidente do Conselho da Abrasel, para que isso aconteça, a população deve deixar de ser penalizada pelo altamente regressivo imposto sobre o consumo. “O Estado deve servir, de forma descomplicada, menos a si mesmo e mais ao bem comum, com educação, saúde, segurança pública, mobilidade, sane- amento, meio ambiente. A redução da desigualdade é mais do que um imperativo moral. É condição indispensável para a construção de um Brasil novo, mais fácil para empreender e melhor para viver”, continua. “Junto ao ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, tivemos a oportunidade de discutir políticas públicas e a realidade enfrentada pelo setor de bares e restaurantes neste momento tão difícil” disse.

Durante o encontro, o ministro apresentou meros impressionantes de sua gestão com sete mil obras entregues, 29 mil em execução e previsão de chegar a 34 mil obras até o fim do mandato, sendo que a grande maioria estava paralisada há vários anos. “O mais importante foi que o ministro se sensibilizou com a situação atual dos bares e restaurantes e mesmo não sendo assunto de sua pasta prometeu apoio aos nossos pleitos para amenizar os efeitos da Covid-19”, finalizou Nonaka.

Registros da jornada de Paulo Nonaka por um Brasil Novo, na primeira foto, junto a Chevrolet, parceira nas viagens. Na segunda foto, junto aos associado da Abrasel em Pipa, na terceira foto, um jantar com o prefeito de Tibau do Sul, Valde- nicio Costa, no restaurante Do Mar e na quarta foto, junto a Marcia Kafenztok, em visita à fazenda Primar Orgânica, a primeira do Brasil de aquacultura orgânica.

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Fonte: Revista Bares & Restaurantes

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