27/08/12 - Maioria das franquias de alimentos está em shoppings

 

Para a pesquisa da ABF, as franquias procuram os shoppings por atrair maior público e gerar grande tráfego de possíveis consumidores

O shopping continua sendo o ponto com maior concentração de abertura de franquias de alimentação, representando 57% do total, segundo dados da pesquisa Panorama Global das Franquias do Setor de Food Service”, da ABF (Associação Brasileira de Franchising) e ECD. A previsão para os próximos três anos aponta que eles continuarão sendo alvos da procura dos franqueados, por atrair maior público.

 

As lojas de rua se mantiveram em segundo lugar, com 30%. Em relação a 2010, esse índice teve aumento de 5,8%, porém, por exigir um planejamento e análise geográfica mais detalhada, as ruas se tornam menos acessíveis a essas franquias. Já os hipermercados e galerias comerciais foram os menos representativos na pesquisa, com 7% e 1%, respectivamente.

 

Alternativa atraente

Com custo menor, os quiosques têm chamado a atenção do segmento. A expansão dessa alternativa se dá predominantemente nos shopping, com 78%, seguida de hipermercados, com 6% e galerias comercias, 2%.

 

Região

Mesmo que a maioria das franquias se localizarem na região sudeste, com 59%, as regiões Norte e Nordeste apresentaram o maior crescimento, passando de 10% em 2011 para 19% neste ano. E as expectativas para 2013 e 2014 são ainda maiores: crescimento de 25% e 27%, respectivamente.

“Atualmente o Nordeste concentra 10% das lojas do País. Em 2014, 27% das novas lojas estarão nas regiões Norte-Nordeste, consideradas as novas fronteiras de crescimento das franquias”, afirma o coordenador da pesquia e da ECD Food Service, Enzo Donna.

Para os próximos anos, a região Sudeste continuará sendo o principal “polo” das lojas, apesar da redução no ritmo de aberturas. Em 2011, foram 65% e em 2014 estima-se que 49% das lojas estarão no Sudeste.

Já a região Centro-Oeste apresenta um índice instável para os próximos anos, com 10% a 12% de crescimento. O Sul do País continua em ritmo de declínio gradual, em 2011 foram 11% e a expectativa para 2014 é de 7%.

 

Fonte: UOL