13/07/12 - Culinária local e slow food são tendências do mercado de food service

 

É fato que o mercado da alimentação está em expansão e as pessoas gastam uma parcela maior do orçamento com alimentação fora do lar. Entre as principais tendências, Nilton Peccioli, consultor especialista em meios de alimentação do Sebrae, aponta a busca por alimentos saudáveis, diet/light, a preferência por alimentos premium, culinária local, produtos artesanais, slow food ao invés de fast food e ainda certificação de origem. “Já do ponto de vista da gestão, as redes sociais se constituem armas mortíferas para o consumidor comunicar e partilhar suas opiniões num boca a boca virtual”, revela.

Lucro de até 20%

O bom nível de emprego e o aumento da renda no Brasil estimulam o desenvolvimento do food service. A boa fase da economia está estimulando o setor de serviços no Brasil e uma das áreas mais beneficiadas é a de alimentação. O Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) estima que já existam 1,5 milhões de bares/restaurantes no país, que geram 4,5 milhões de empregos.

Segundo Karyna Dantas, consultora especialista para alimentação fora do lar do Sebrae-SP, se bem administrada uma empresa pode ter lucratividade variando entre 10% a 20%. “Mas é preciso ter uma gestão bem assertiva e um gestor participativo”, ressalta.

Ela orienta que antes de pensar em custos é preciso elaborar o cardápio. O interessante é que o futuro empreendedor analise o que vai ofertar ao cliente para depois prever todos os custos de investimentos, abertura e implementação do negócio.

A informalidade é sempre dúvida: pode-se pagar menos impostos, mas o empresário não tem acesso a financiamentos, fica fora das regras legais e por isso pode se acomodar e não pensar em crescer. Uma alternativa é o Empreendedor Individual, do Ministério do Desenvolvimento, que formaliza os negócios com o pagamento de um valor fixo mensal de R$ 36,10. Veja mais em www.portaldoempreendedor.gov.br.

 

Fonte: Rede Bom Dia