05/09/2016 - Festival reforça vantagens da carne suína

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Quarenta restaurantes de São Paulo participam do Suíno no Ponto, evento que incentivará o público a consumir cortes in natura

 

Até o próximo domingo (11) a carne suína estará em alta em renomados restaurantes da capital paulista. Apaixonados pelos cortes in natura de porco - como Lombo, Bisteca, Coxão-Mole e Filé Mignon - ou curiosos para experimentá-los pela primeira vez poderão participar do Festival Suíno no Ponto, promovido pela Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS) e a revista Prazeres da Mesa, com apoio do Sebrae.

Os restaurantes - 40 no total – estarão inseridos de duas formas: com um prato criado com exclusividade para o festival já com 20% de desconto aplicado no valor real da receita ou a mesma porcentagem de desconto em opções com carne de porco já presentes no cardápio. O Dalva e Dito, do chef Alex Atala, oferecerá o famoso Porco na Lata; a chef Morena Leite, do Capim Santo, criou o Picadinho de mignon suíno; assim como o chef Valdir de Oliveira, do Cantaloup, que estreará o Carré de Porco marinado em ervas finas com risoto de mini arroz e parma crocante ao molho de vinho tinto. Também participarão do festival o Aconchego Carioca, da chef Katia Barbosa, com Costelinha de porco na goiabada com pastéis de angu; e o italiano Piú, de Marcelo Laskani, com Stinco de Leitão na baixa temperatura, glaceado com seu molho e purê de batata doce assado na lenha.

O objetivo principal da ação é fazer com que o público se aproxime ainda mais da carne suína e reconheça essa variedade como uma proteína que pode ser inserida no dia a dia de forma saudável e saborosa.

Com base no consumo per capita divulgado pela Food and Agriculture Organization (FAO), a carne suína é a proteína mais consumida no mundo, chegando a 25% do total ingerido pela população. Nesse cenário, o Brasil é quarto maior produtor mundial (3,64 milhões de toneladas em 2015) e o quarto maior exportador mundial (555 mil toneladas exportadas em 2015). Entretanto, a média de consumo por habitante no país é de 15 kg/ano, número considerado baixo se comparado a outros países, principalmente europeus, onde o consumo chega a 53 kg por habitante/ano.

A alimentação dos animais e a forma de produção mudaram muito nos últimos anos e, atualmente, a carne suína apresenta cortes magros e indicados por nutricionistas para a alimentação diária, além de várias práticas voltadas para o bem-estar dos animais, com muitos reflexos positivos para a qualidade da carne. Outro ponto positivo é que, no atual momento econômico de alta de preços dos alimentos, a carne suína se destaca por ser mais acessível ao brasileiro. No comparativo com outras carnes, que ficaram mais caras nos últimos meses, o preço da carne suína está cada vez mais atrativo para o consumidor.

A carne suína é rica em nutrientes essenciais, é a proteína de origem animal mais consumida no mundo, contribuindo para obtenção de uma alimentação balanceada. Possui sabor e maciez característicos, além de ser fonte de vitaminas e minerais (de grande relevância para a prática esportiva, como vitaminas do complexo B, ferro, potássio e proteínas de alto valor biológico). Devido à diversidade de cortes, pode ser preparada sem dificuldades e atender a todos os paladares, pois absorve intensamente temperos cítricos, agridoces, picantes, não necessitando de longo tempo de preparo.

 

Fonte: Sebrae Notícias