24/03/2016 - Universitários gaúchos criam aplicativo que identifica bares onde há transmissão de jogos

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Os restaurantes e bares que querem virar parceiros do aplicativo devem pagar uma mensalidade de R$ 39,90

 

 

Foi criado, em Porto Alegre, o aplicativo "Q Bar Q Passa". Na plataforma, os usuários podem pesquisar quais estabelecimentos da cidade exibem seus esportes favoritos. “Queremos que as pessoas explorem seu lado torcedor”, diz Arthur Duarte, 21 anos, um dos sócios e estudante de Administração com ênfase em Marketing, na ESPM.

Estão com ele no negócio Pedro Wagner, 21, que estuda Sistemas de Informação na Pucrs, Gustavo Pilla, 21, estudante de Análise e Desenvolvimento de Sistemas do Senac, Luis Henrique Ferreira Junior, 20, colega de Duarte na ESPM, e Bruno Bins Ely, 21, que mora nos Estados Unidos. Cada um, ressaltam, complementa a habilidade do outro na equipe.

A ideia da solução surgiu em fevereiro de 2015, quando Ferreira passava uma temporada na Bahia. Colorado fanático, queria assistir ao jogo da Libertadores. Enquanto acompanhava a partida do hotel, se perguntou: “e se eu quisesse ir a um bar aqui, como descobriria qual está passando?”.

A partir daí, todo modelo de negócio foi pensado e um escritório no bairro Petrópolis, montado. Hoje, a opção está disponível para o sistema iOS, enquanto a do Android é trabalhada. O investimento inicial para a empreitada foi de R$ 10 mil – uma vez que foram os próprios sócios que criaram o app.

Os restaurantes e bares que querem virar parceiros do aplicativo devem pagar uma mensalidade de R$ 39,90 – sendo que o primeiro mês é grátis. Lançado em fevereiro, já conta com 12 locais. Entre eles, Malt Store, Haus Burger Bar, Chalé da Praça XV, Santo Antônio, Devassa Bar, The Soccer Point e outros.

“Percebemos a necessidade de publicidade dos proprietários. Nossa proposta é ajudar”, reforça Duarte. Além de informações sobre os estabelecimentos que transmitem os jogos, a plataforma disponibiliza outros dados, relacionados a wi-fi, telefone, formas de pagamento, horários de funcionamento e endereço.

Para o futuro, Ferreira afirma que o negócio poderá se desdobrar em outros modelos. Já há até um nome pensado para a versão internacional. “Todo mundo já estagiou. Somos muito precoces”, brinca Ferreira, sobre o fato de o grupo estar empreendendo enquanto muitos de seus colegas buscam oportunidades no mercado corporativo.

 

Fonte: Geração E.