27/01/2015 - Empresários lançam, pela primeira vez no Brasil, fast food de sushi

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O lugar escolhido para sediar a loja modelo foi Piracicaba, no interior de São Paulo

 

Comida saudável, ambiente descontraído e liberdade de escolha, estas são as inspirações que fizeram com que os empresários e sócios Antonio Amuy e Felipe Schiavinato levassem até Piracicaba o estilo californiano de comer sushi.

A ideia inovadora, conta Amuy, veio das famosas sushi houses californianas. “Eu morei em San Diego e lá enxerguei essa oportunidade que permitia mixar diferentes modelos de negócio como o do Subway, o das temakerias brasileiras e das sushi houses americanas. Foi então que nasceu o California Sushi House”.

 

 

Quando questionado sobre o porquê da escolha de Piracicaba para sediar a primeira loja modelo, Antonio explica: “É uma cidade universitária que possui todas as grands brands de fast-food, e que, além disso, representa bem o interior de São Paulo, então, por que não?!”, brinca.

O California Sushi House foi inaugurado no final de 2014 e já de cara proporcionou ao cliente diferentes sensações como a de escolher o tipo de alga, o tipo de molho, o acompanhamento, ou seja, as pessoas têm a oportunidade de participar do processo da montagem do prato, do começo ao fim, de forma rápida e fresca. “Além disso, esse modelo de montagem do rolo de sushi permite que haja muito mais ingredientes e que os clientes montem combinações exclusivas ou nunca vistas antes. É muito interessante”, completa.

Outra política praticada pelo restaurante é a do preço justo e comida saudável. “Queremos democratizar o sushi, mostrar que os pratos são para todos, equilibrados, com valores acessíveis e gostos diferenciados, pois é o cliente quem escolhe tudo. Temos, por exemplo, opções para os vegetarianos”, salienta Antonio.

Felipe conta também que tudo no California Sushi House é padronizado: “A distribuição dos produtos é feita por uma central local em um raio de, no máximo, 100 quilômetros. Além disso, o mobiliário, a linha refrigerada, os procedimentos de segurança e preparação, as fórmulas de cada combinação, as máquinas de colocação de arroz no sushi e de corte vindas do Japão, tudo segue o padrão da marca”.

Sobre as expectativas com o novo modelo de negócio, os empresários esperam expandir, e muito. “Em médio prazo, queremos validar nosso modelo de negócio, consolidando a loja piloto e criando uma cozinha centralizada e independente. Já em longo prazo, queremos expandir muito, levando o nosso conceito para outras regiões do Brasil”, diz Felipe.

Em um ano, Antonio e Felipe pretendem faturar 80 mil com o novo modelo de negócio e, em dois, querem chegar a 100 mil.

 

Fonte: Dino