07/11/2014 - "Food Trucks" ganham espaço na capital paulista

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População aposta no crescimento dos Food Trucks em São Paulo

 

Com uma aparência chamativa e colorida, os “Food Trucks” – pequenos caminhões que carregam dentro de si sofisticadas cozinhas industriais – ganham cada vez mais espaço na capital paulista.

Se antes era proibido, hoje podemos enxergar um novo e promissor horizonte de mercado para os food-service e empreendedorismo. Consagrado nos Estados Unidos, no Brasil os pequenos caminhões já fazem maior sucesso.

A estudante de hotelaria, Bruna Silva, conta que conheceu os food trucks por um programa americano e que aposta na qualidade do serviço. “Os carrinhos de cachorro-quente não possuem nada demais, já os food trucks tentam inovar com sabores diferentes. Eles não copiam receitas, mas procuram coisas diferentes de outros países. É dentro de um caminhão e chama atenção das pessoas”, afirma.

Bruna ainda acrescenta que os food trucks não são “modinha” e que eles vieram para ficar. “É uma comidinha mais chique e o pessoal está gostando cada vez mais”, acrescenta.

Em dezembro de 2013, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), sancionou a lei que permite a venda de comida de rua em furgões, carrinhos e barracas desmontáveis. Antes mesmo da liberação, empreendedores já investiam no segmento em alguns locais como feiras gastronômicas e estacionamentos de empresas.

Para Bárbara Gonçalves, estudante de comércio exterior, os foos trucks são uma proposta totalmente diferente de tudo que existe em São Paulo. “Além da variedade de comida, o melhor é que as pessoas podem interagir bastante por que as meses são comunitárias, então você sempre senta perto de quem não conhece”, diz.

Ela ainda ressalta que em alguns foods tem DJs que tocam músicas alternativas que os frequentadores acabam conhecendo. “Outra coisa interessante é que eles reutilizam pneu para fazer cadeiras e mesas. Eu adoro e costumo ir frequentemente. Já comi hambúrgueres maravilhosos”, finaliza.

De acordo com o sindicato dos restaurantes, bares e lanchonetes (Sindal), na época, mais de 50 mil pessoas registraram seus nomes em um abaixo-assinado na internet para a liberação da comida. Ainda segundo dados do sindicato, o segmento registrou crescimento de 8,4% entre 2007 e 2012 no mercado norte-americano.

 

Fonte: Diário de São Paulo