06/06/2014 - Gastos com alimentação fora de casa crescem em Itapetininga, SP

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Praticidade e comodidade são fatores que contribuem para o crescimento. No Brasil, pesquisa aponta que houve aumento de 15% nos últimos anos.

 

Uma pesquisa feita pela empresa de consultoria Data Popular apontou que os brasileiros estão comendo cada vez mais fora de casa. Dados do estudo revelam que a alimentação fora de casa cresceu 15% nos últimos anos. Em 2002 o gasto com alimentação em restaurante era de R$ 59 bilhões, enquanto em 2010 o gasto passou para 121 bilhões.

O levantamento indicou também que a classe C representa a maior parcela de consumo com 54,6% do total. Em seguida vêm as classes D e E com 26% e por fim as classes A e B com 19,4%.

Em Itapetininga (SP), o cenário segue os mesmo números. O administrador de um restaurante da cidade, Osiel Aleixo, afirma que tem percebido o aumento no movimento. Além disso, mantém boas expectativas para o futuro. “Na minha opinião, a tendência é estar aumentando a cada dia e assim ter um crescimento anual de 25% a 30%”, afirma.

Outro comerciante que mantém a boa perspectiva para os negócios é o empresário Bruno Costa Lins. Ele conta que o aumento na alimentação fora de casa é o resultado da “correria” da rotina das pessoas. "Aumenta muito a quantidade de clientes devido ao horário, a praticidade e a facilidade que a pessoa tem. Ela vem, almoça e retorna aos seus afazeres rapidamente”, explica.

E praticidade é justamente a justificativa que os clientes mais usam. Segundo o bancário Victor Augusto de Camargo, ele não tem tempo para cozinhar durante o horário de almoço. “Comer em restaurantes é uma comodidade, além de não precisa lavar prato, nem cozinhar. A gente vem, come e volta a trabalhar”, diz.

Além da praticidade e comodidade, as diversas opções de pratos é também um excelente atrativo para quem come fora de casa. De acordo com o professor Renê Machado, há dez anos ele prefere o restaurante como opção de almoço por causa da variedade. “As opções de pratos são melhores. Em casa a comida é saborosa, mas não tem toda essa diversidade’, conta.

 

Fonte: G1