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José Bonifácio de Oliveira Sobrinho (Boni) e Ricardo Amaral, amantes de uma boa mesa, já tinham avisado: a alta gastronomia em restaurantes de hotéis, tradição na Europa, vem ganhando novos contornos no Rio de Janeiro. O Sheraton, em São Conrado, o Copacabana Palace e a rede Windsor estão reagindo a um certo preconceito que havia entre os cariocas e abriram espaço para novas propostas.

Roland Villard, do Le Pré Catelan, no Sofitel, há 17 anos mantém o posto de topo de linha na gastronomia carioca. Mas o próprio Copacabana Palace, que por 16 anos teve Francesco Carli frente ao Cipriani, perdeu o ponto desde que o italiano deixou o posto e passou a chefe executivo. Esta mês, o francês Pierre-Olivier Petit assumiu a supervisão das cozinhas do hotel.

O Sheraton Rio, em São Conrado, quer se reposicionar. Está investindo US$ 50 milhões na reforma total. O hotel passou anos asfixiado pela favela do Vidigal. A pacificação trouxe novo fôlego. Agora aposta no novíssimo L'Etoile, aberto no início do mês. Instalado na cobertura, oferece linda vista das praias do Leblon e de Ipanema.

O Sheraton colocou o português Jerónimo Ferreira em posição chave. É o diretor de alimentos e bebidas. Ele próprio foi chef da rede no Porto, além de ter comandado a cozinha do hotel Quinta do Lago, no Algarve e de três Ritz: Londres, Milão e Gibraltar.

No Windsor Atlântica (ex-Meridien), o chef Luciano Boseggia transferiu-se, em 2011, de São Paulo (ex-Fasano, Gero e Parigi), para assumir o Alloro. Vem conquistando os adeptos à tradicional cozinha italiana.

 

Fonte: Valor Econômico *Para ler a matéria na íntegra acesse o site do Valor