31/03/2014 - Rede curitibana faz sucesso vendendo 600 mil minissanduíches por mês

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Vininha espera encerrar 2014 com 100 contratos fechados

Ele já vendeu figurinhas, frutas cultivadas no quintal da avó e participou de três startups de telefonia. Agora a aposta do gaúcho Rodrigo Miranda, 38 anos, está na venda de minissanduíches. E muitos.

Tudo começou em 2002, quando o empreendedor usou R$ 100 mil de capital inicial para montar uma cozinha e um sistema de televendas para vender sanduíches em miniatura, que viraram marca da rede Vininha, nascida em Curitiba. No começo, o crescimento andou a passos lentos e foi preciso tentar um novo canal de vendas. “Em 2006, abrimos nosso primeiro ponto, o negócio começou a deslanchar e a atrair mais clientes”, afirma.

Dois anos depois, o empreendedor abriu a segunda loja da rede em um shopping, mas a estratégia fracassou. “Não era muito a nossa cara ser uma loja típica de fast-food. As pessoas iam mais para buscar os lanches”, diz. Mas isso não freou o crescimento da rede, que em 2010 se tornou uma franquia.

Para manter suas futuras unidades abastecidas, Miranda decidiu vender 10% da rede para dois sócios investidores em 2011. Com o R$ 1 milhão obtido, abriu uma fábrica com capacidade para abastecer até 70 lojas e produzir dois milhões de minissanduíches. O menu do Vininha tem 11 variedades de sanduíches, que são vendidos em kits com valores entre R$ 18,90 (combo individual) e R$ 119,90 (combo para até 14 pessoas). A rede ainda aceita pedidos personalizados.

Se a expectativa de Miranda para este ano se concretizar, será necessário ampliar a capacidade de produção. Atualmente, a rede tem 26 franquias em operação e comercializa cerca de 600 mil minisanduíches. Ela busca franqueados em todo o Brasil, em especial em Santa Catarina, no Paraná e em São Paulo. A expectativa é fechar o ano com até 100 contratos fechados.

Além do modelo tradicional de franquia, para quem quer abrir uma loja da rede, o Vininha oferece uma opção para quem quer investir no negócio, mas sem abrir uma unidade. Miranda explica que esse modelo funciona como um fundo de investimento, que vende cotas de R$ 25 mil.

Quem investe recebe um retorno de 1% líquido ao mês, mais uma indexação de R$ 500, também mensal. O fundo tem 228 cotas e já vendeu 70 delas. Com o dinheiro, Miranda espera criar centros de distribuição e otimizar a expansão. A rede faturou R$ 6 milhões em 2013.

 

Fonte: Revista PEGN