24/09/2013 - Bradesco abre R$ 3 bi em crédito para micro e pequenas

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A taxa mínima cobrada é de 1,78% ao mês e o limite máximo de operação é de R$ 100 mil

São Paulo - O banco Bradesco disponibiliza desde ontem (23), na sua rede de agências duas linhas de crédito num valor de R$ 3 bilhões para financiar o crescimento, modernização, produtividade e o capital de giro das micro e pequenas empresas, conforme nota enviada ao Broadcast, serviço de informações em tempo real da Agência Estado. A taxa mínima cobrada é de 1,78% ao mês e o limite máximo de operação é de R$ 100 mil.

Dentre as facilidades incluídas nas linhas abertas hoje está, conforme o Bradesco, carência de até 90 dias para o empresário pagar a primeira parcela. Uma delas é a Giro Simples Bradesco, indicada para micro e pequenas empresas que desejam reforçar seu fluxo de caixa. Além de carência de até 90 dias para o pagamento da primeira parcela, o prazo de financiamento é de até 36 meses.

A outra linha disponibilizada é a CDC Flex Bradesco, crédito destinado a aquisição de bens, inclusive equipamentos usados não contemplados pelas linhas tradicionais do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O empreendedor poderá financiar até 70% do bem e, neste caso, o prazo poderá chegar até 48 meses.

A economia brasileira é dinâmica e apresenta condições favoráveis para o surgimento de novos empreendedores. É preciso financiar e prestar consultoria a eles. Queremos apoiar o crescimento das micro e pequenas empresas brasileiras", diz o diretor executivo do Bradesco, Altair Antonio de Souza, por meio de nota.

O Bradesco tem hoje 1,4 milhão de clientes neste segmento, o que representa 92% do número de clientes pessoa jurídica. No segundo trimestre deste ano a carteira de micro, pequenas e médias empresas do banco cresceu 3,5% ante os três meses anteriores e 11,2% na comparação anual, totalizando R$ 121,138 bilhões. Apesar do aumento na liberação de recursos, a inadimplência do segmento baixou no período, de 4,2% no primeiro trimestre para 4,0% no segundo. Em um ano, a queda também foi de 0,2 ponto porcentual.

 

Fonte: Revista Exame